Este é o sétimo álbum da banda e foi lançado em 1976. A idéia do álbum surgiu após o acidente de Plant na Grécia e devido a esse acidente, a turnê daquele ano fora cancelada (essa turnê representava o auge da banda). Ele quando estava convalecendo no hospital, escutou seu vizinho de cama cantar a música "The Ocean" do álbum "Houses Of The Holy" e Plant decidiu escrever músicas que mostrassem a força e presença (nome do álbum) da banda. Plant compôs algumas músicas no seu período de descanso em Malibu e Page juntou-se a Plant para finalizar as músicas. John Paul Jones e John Bonham juntaram-se aos dois para ensaiarem. Depois de um um mês de ensaio, ele foram à Alemanha para gravar o álbum em 17 dias- um recorde de tempo de gravação do grupo, somente perde para a gravação do álbum "Led Zeppelin I"- Page chegou a ficar dois dias seguidos para gravar a sua parte. O motivo da rapidez foi o fato de que os Rolling Stones iam gravar um álbum e eles, os Rolling Stones, ficaram assustados com o tempo em que o álbum foi gravado.
Este álbum retrata a volta da banda para o som mais Hard Rock cru que deu notoriedade à banda. Faixas como "Achilles Last Stand" de dez minutos e "Nobody's Fault But Mine" de seis minutos apresentam muito o duelo entre a voz e a guitarra. O álbum não possue teclado e são poucas as músicas que possuem um violão. A estruta melódica do álbum parece ser simples, mas é bem estruturada e bem forte. A energia chega a transpassar o álbum para o ambiente.
A capa do álbum pareceu-me intrigante no primeiro momento, pois percebe-se um família sentada à mesa admirando um objeto preto no centro da mesa. Quando você olha dentro do encarte do álbum: podem ser observadas diversas fotos da década de 50 com o mesmo objeto inserido nelas. A capa foi desenvolvida por Hipgnosis, um designer artístico que fez diversas capas para bandas famosas como: Pink Floyd, AC/DC, Wishbone Ash, Syd Barett, grande parte das bandas progressivas e psicodélicas. O obelisco negro "presente" nas fotos é conhecido como "o objeto" que representa a força e poder do grupo, segundo a palavra do designer da capa: "Quando eu penso em vocês, eu sempre penso em poder e força. Tem uma clara presença aqui". A capa também é irônica ao ser assemelhada com uma parte do filme "2001: Uma Odisséia no Espaço" de Kubrick.
O nome do álbum seria "Thanksgiving" (ação-de-graças, uma festa tradicional dos EUA), pois a banda finalizou o projeto perto da ação de graças, mas optaram pelo nome maid forte e característico.
Este álbum não foi tão bem visto pelo público e pela crítica, pois fugia um pouco da linha que o Zep estava a seguir, mas conseguiu um bom número de vendagens e somente duas músicas entrarm em turnê: "Achilles Last Stand" e "Nobody's Fault But Mine". No sítio que a Veja fez sobre a banda tem uma reportagem da época sobre o álbum: "Preso a seu estilo quase monocórdio, embora também vigoroso, o Led Zeppelin, em seu novo LP PRESENCE (Swan Song/ Continental), oferece menos- talvez apenas a presence mencionada no título. Enquanto no requintado álbum duplo anterior, Physical Grafitti, havia até exotismos, no LP simples atual eles limitam-se a preencher seu próprio espaço no rock pesado, altamente eletrificado, às vezes apenas ensurdecedor. Afinal, o disco anterior levou cerca de 18 meses de gravação e o atual 18 dias."- Trecho da reportagem da Revista Veja da edição de 14 de julho de 1976. Tire suas próprias conclusões. Bom download...
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